Templo quinhentista de uma só nave que tem por orago S. Marcos. Os mais antigos documentos que lhe fazem referência remontam à primeira metade do séc. XVI. O corpo desta igreja apresenta um dos mais interessantes conjuntos de retábulos do nordeste algarvio. De destacar o retábulo das almas, único exemplar sobrevivente do maneirismo (meados do séc. XVI a finais do séc. XVII). Outro retábulo que também merece destaque é o retábulo lateral direito, de talha pintada e dourada de estilo rococó (terceiro quartel do séc. XVIII).

A capela-mor, com aboboda de berço e sem qualquer decoração, é dividida do corpo da igreja por um arco perfeito e sem adornos onde se pode apreciar um retábulo de talha dourada de estilo barroco, de transição para a fase "joanina" (finais do séc. XVII e primeira metade do séc. XVIII).
Em 1976 encontrava-se quase em ruínas tendo sofrido grande reparação.